sexta-feira, 1 de maio de 2015

6 grandes chef's.





Foi ao ao ar domingo passado, 26, a série Chef’s Table, na Netflix. São seis documentários, cada um contando a história de um chef. Criados  por David Gelb, diretor do documentário cult O Sushi dos Sonhos de Jiro (2011). Os chefs que participam da  série são Massimo Bottura (Osteria Francescana, Itália), Niki Nakayama (N/Naka, EUA), Magnus Nilsson (Fäviken, Suécia), Francis Mallmann (El Restaurante Patagonia, Argentina), Dan Barber (Blue Hill, EUA) e Ben Shewry (Attica, Austrália).Alguns deles  estão na lista do 50 Best ou têm estrelas Michelin, mas nem todos.  O traço comum , entre eles, é aprimorar sua cozinha.
A jornalista Miriam Castro, do Caderno Paladar do Estadão, assistiu em primeira mão e resumiu cada um dos episódios. Eu só assisti o do Massimo. Vou aproveitar o feriadão e assistir os demais. 



Ben Shewry
Para tirar o Attica do buraco, ele teve de reinventá-lo e reinventar-se. A virada do restaurante começou quando Ben tentou recriar em um prato a experiência de quase ter se afogado. A ideia deu origem a um de seus pratos-assinatura, o Sea Tastes, feito com algas, e ao trabalho de investigação de ingredientes nativos. O Attica é o 32º na lista do 50 Best.


Niki Nakayama
Niki Nakayama abriu um restaurante de sushi, que deu certo, mas a fazia infeliz. Então, resolveu apostar no que gosta: abriu o N/Naka onde serve apenas menus-degustação inspirados no kaiseki japonês. O que o cliente come ali em cada visita fica registrado, para que a cada vez a experiência seja diferente. No N/Naka, os pratos mudam diariamente.


Massimo Bottura
A história da Osteria Francescana se mistura com a do relacionamento de Bottura com a americana Lara Gilmore. O pedido de casamento foi no dia da inauguração da casa. Ela o convenceu a não desistir do restaurante quando, muito antes das três estrelas Michelin, os italianos rejeitaram sua tentativa de revolucionar a comida tradicional.


Dan Barber
Exemplo de engajamento na cozinha, o americano Dan Barber começou a carreira sendo demitido do primeiro emprego como padeiro. E quase botou fogo em uma cozinha clandestina. Só fez sucesso quando assumiu a fazenda Blue Hill, de sua avó, em Massachusetts, investiu na qualidade dos ingredientes e abriu o restaurante de mesmo nome em NY.


Magnus Nilsson
Chef do Fäviken, 19º na lista do 50 Best, Nilsson parece um roqueiro – e dá um pouco de aflição vê-lo cozinhar com a cabeleira solta. Seu restaurante fica no meio do nada, em um vilarejo na Suécia. Lá, o chef coleta brotos de pinheiro, musgos autóctones e outros produtos silvestres para construir pratos que não se parecem com nada que se conheça.


Francis Mallmann
A formação tradicional francesa rendeu ao argentino um prêmio Grand Prix de l’Art de la Cuisine, o mesmo que seus mestres haviam conquistado. “Acharam que eu iria continuar nesse caminho de excelência, uma culinária mais enfeitada, mas não. Dei as costas para isso e segui para o outro lado”, conta o chef no depoimento. Especialista em grelha e autor de dois livros premiados sobre o assunto, Francis Mallmann tem dois restaurantes e vive numa ilha na Patagônia, onde pesca e prioriza os preparos tradicionais da região, como peixe assado na argila e o cordeiro no fogo de chão.
Trilha para cozinhar e dançar: Elvis Presley https://www.youtube.com/watch?v=Wb0Jmy-JYbA

sábado, 18 de abril de 2015

Coca e Gil



Não tenho nada contra refrigerantes. Defendo a liberdade. De votar, de opinar , de amar, de refrigerar. Ops de escolher o que você bebe, fuma ou sei lá o quê. Acho essa campanha/ação da Coca com os nomes nas embalagens sensacional por vários moitvos. Um deles: link real do produto com seus consumidores. Show. Recebi, do amigo , Antonio Alves, uma garrafa de Coca com meu nome . Bacana. 
Foto com fundo de tela de uma obra do talentoso Ricardo Pireco. Não preciso dizer o que acontecerá com ela, a garrafa. Ficará fazendo parte da "decoração".Trilha para esse post: https://www.youtube.com/watch?v=Bx-kySGlZXU


sábado, 7 de fevereiro de 2015

Nada mudou



Iniciei esse blog no final  dezembro de 2010.
Uma atitude , de um cidadão analógico, para mergulhar no mundo digital. Aprender. Observar. 
Nesses 4 anos , completados em dezembro passado, tive mais de 75 mil clicks. Ou seja leituras. É pouco. Para esse escriba é muito. Uma média de 1.600 por mês. Mais de 50 por dia. Fico honrado. Se contar, que nos últimos dois anos, quase não postei nada. Buenas , mas não estou aqui para falar disso. 
Gostaria de lembrar um dos meus primeiros posts. 
Falo de um movimento feito por 45 feras da musica internacional  para arrecadar fundos contra a fome na África.
 Precisamente em 1985 um grupo de artistas gravou We Are The World.
Em 2006 regravaram em prol do Haiti. O Haiti? Agora vivencio , graças ao Gelson Santana e Mauricio Rombaldi, à atenção que os migrantes haitianos merecem. 
Aqui em Porto Alegre eles recebem algo único graças ao Sticc e por iniciativa do Mauricio. 
Trilha: We are the world e Leo Jaime Nada Mudou 




quinta-feira, 1 de janeiro de 2015

Só sobrenome.


Sobrenome é a única coisa que temos em comum. 
Resolvi , para aqueles que não conhecem, demonstrar o trabalho de três talentos Kurtz. 


Um deles já comentei aqui em 2012, Will Kurtz.  Um criativo artista americano que captura cenas do cotidiano e com jornal e uma excelente técnica transforma imagens comuns  num realismo espetacular.


O segundo, que gostaria de socializar, é um talentoso artista e  ilustrador americano. Rory Kurtz.




Seu trabalho já ganhou o mundo e pode ser visto regularmente em editoriais e na propaganda.


 Revista Rolling Stone, The New Yorker e Ogilvy & Mather são alguns de seus clientes.


O terceiro é Anthony Kurtz. 


Um fotógrafo euro americano que vive em Berlim e fez um ensaio no Senegal usando apenas luz natural , sem flash.




A trilha ? Escolhi um clássico, para quem curte blues e rock. Confiram ai:
Muddy Waters & Rolling Stones. Chicago , 1981.




quarta-feira, 31 de dezembro de 2014

Migrantes haitianos. Um trabalho que merece registro.


O ano que se encerra foi repleto de fatos importantes e relevantes. 
Alguns públicos e  outros segmentados. 
,No primeiro caso podemos falar da Copa, Eleições e Operações tipo Lava Jato. 
Copa , Eleições já viramos à página.
No caso da operação Lava Jato creio que todos nós estamos torcendo pela aplicação do mais básico conceito de punibilidade.
 
De minha parte , além do referido, gostaria de sublinhar um trabalho inédito e relevante realizado pelo STICC sob a liderança do Gelson Santana -com apoio da Cidia Santos -  e proposto pelo cientista político e futuro pós-doctor, pela Ufrgs,  Mauricio Rombaldi.
Cuidado com migrantes. Sejam eles haitianos, senegaleses , uruguaios ....
Foram dois eventos exemplares.
Atitude cidadã.
Esse tipo de ação é única no movimento sindical brasileiro.
Mais uma inovação do Sticc.
Vale registrar.
Se alguém tiver interesse em conhecer um pouco mais dos críticos desafios dos haitianos vale ler http://seer.ufrgs.br/ConjunturaAustral/article/viewFile/35798/27329




Bola de neve.

No final de 2010 buscava uma maneira de conhecer o enigmático mundo digital. 
Com um DNA analógico conversei com alguns amigos e amigas, obviamente com código digital, para encontrar o melhor caminho para aprender os novos paradigmas desse tempo. Em síntese: a melhor maneira de conhecer o novo é vivenciá-lo. Ir para dentro. Como? Criei esse blog para me “obrigar” a navegar com mais profundidade, conhecer e gerar conteúdo.
 Fiquei impressionado com a velocidade desse mundo Beta. 
No entanto, em função de trabalho e novos projetos, nesse ano fui relapso e praticamente não publiquei nada.
Hoje resolvi dar uma olhada na estatística do blog. 
Apesar de seis meses sem publicar nada tive em dezembro 380 visualizações sendo que no dia 08.12 mais de 100. 
Não fiz nada e a bola de neve continua rolando. Falando em Bola de Neve: um dos primeiros posts que publiquei foi sobre o livro do Warren Buffett que tem como título a expressão citada.


Estou retomando o meu navegar.
Em relação à biografia (autorizada) vale registrar que revela o homem por trás do mito e mostra como sua obstinação e seu talento foram sendo lapidados desde garoto – aos seis anos, ele procurava lucrar vendendo chicletes, aos 7 pediu de presente um livro sobre o mercado de ações, aos 10 fez sua primeira visita à bolsa de valores e, aos 11, seu primeiro investimento.
Apresentando a trajetória de Buffett desde sua infância, nos anos que se seguiram à Grande Depressão, até os dias de hoje, A bola de neve conta surpreendentes episódios da vida do empresário que, com sua conduta ética e disciplinada, tratou investidores como sócios e sempre pregou a honestidade como investidor, conselheiro e palestrante.
Ao longo de 60 anos, Buffett fez fortuna identificando valor onde ninguém via e aproveitando-se dos momentos de crise enquanto a maior parte dos investidores recuava.
Dono de um profundo conhecimento e instinto empresarial, além de uma notável capacidade de fazer amigos, sua vida é uma verdadeira aula de negócios, cheia de histórias saborosas e de ensinamentos valiosos.


Como qualquer ser humano, Warren Buffett é uma mistura de força e fragilidade. Por mais notável que seja sua conta bancária, seu legado não é simplesmente a posição que ocupa no ranking das maiores fortunas, mas os princípios e ideais que enriqueceram a vida de tantas pessoas ao redor do mundo.
Para tal creio que vale revisitar alguns conceitos ,desse cidadão raro,  oportunos quando aguardamos o início de 2015.

- "A vida é como uma bola de neve. O importante é encontrar neve úmida e uma colina bem longa”.

- “Humildade desarma”.

- “Comecei minha bola de neve muito cedo. Se tivesse iniciado 10 anos depois estaria num lugar diferente na colina. Portanto, recomendo aos estudantes que comecem o jogo um pouco antes – não precisa ser muito antes, mas é melhor não começar depois dos outros. E lembrem-se, os cartões de créditos, realmente atrasam a partida”.



domingo, 8 de junho de 2014

“Professores ideais são aqueles que se transformam em pontes.....


.... e que convidam os alunos a cruzá-la depois de ter facilitado sua passagem , com alegria e colapso , incentivando-os a criar pontes a partir de suas próprias atitudes".Nikos Kazantzakis.

O sábado passado foi um dia memorável.
Para vários amigos e amigas que curtem o hipismo.
No meu caso e de minha filha Luciana foi emocionante.
Presenciamos a bonita homenagem que a diretoria da Sociedade Hípica Porto Alegrense , colegas , alunos e ex-alunos promoveram para o querido professor Alaor de Oliveira Luçardo que nesse ano comemorou 44 anos de atividade na Escola da SHPA.
 Nesse período foi responsável pela formação de novos alunos e de importantes cavaleiros e amazonas que hoje atuam no esporte   no Brasil.

Tive o privilégio de iniciar meu convívio com o professor Alaor em 2002.
Naquele ano minha filha começou a frequentar a escola e desenvolver sua paixão pelo esporte. Ele foi um dos responsáveis por isso. Claro , além dele , na época outros professores contribuíram para tal. Adi, Fernando e Silas e após ela deixar a formação básica o Gustavo Diaz foi decisivo na continuidade do  seu desenvolvimento.



Em 2008 eu e meu filho João começamos a frequentar às aulas para aprender sobre esse esporte único.
Voltando ao amigo Alaor desenvolvi minha admiração por ele por sua  simplicidade, dedicação, atenção e muito saber no tema hípico.
O bacana é ver que a instituição proporcionou um reconhecimento que, certamente, lhe emocionou muito e a todos que aprenderam com ele  e que  o admiram.

Grande  professor e cidadão esse Alaor.
Continuará convivendo na Hípica num novo projeto com pôneis.
Privilégio ter aprendido e continuar convivendo contigo sábio amigo Alaor.