sábado, 24 de novembro de 2018

Sobre amar independente da raça



Tem situações que nos remetem ao renovar o verbo amar. Vamos lá: ontem chego ao HP, onde faço happy com vários amigos, e a Ayona que trabalha lá me diz: um filhote de um sábia caiu do ninho. Ela, além de muito de atenciosa e competente com os clientes  ama todo tipo de animal. Cães, gatos, pássaros... 


O detalhe é que o ninho era numa das colunas da galeria. 

Depois de meia hora do filhote fazendo voos curtos no chão do pátio interno, chega o segurança, Marlon, que estava saindo do trabalho e consegue colocar o filhote no ninho novamente. 



Parabéns aos dois. Fiquei emocionado.


Trilha: 
Nei Lisboa. 


terça-feira, 13 de novembro de 2018

Sobre momentos únicos.



Todos nós temos momentos que nos remetem a raridade.
Seja por um motivo pessoal ou profissional.
Ontem foi um destes dias.
De longa data acompanho e vou a cerimônia de premiação do mais importante prêmio do jornalismo do sul do Brasil.


Prêmio Press .
Promoção da respeitável Revista Press do jornalista Júlio Ribeiro.
Como filho de jornalista e pai de um fico muito a vontade no evento.
Mas, mais do que isso o evento proporciona encontrar grandes figuras do jornalismo gaúcho que respeito. 
Ontem teve algo que potencializou o conceito de momento único.
O Júlio  Ribeiro e o Cláudio Bins  pensaram e organizaram um movimento pra lá de bacana: @genteajudandogente que começou com uma campanha de  doação de produtos de higiene pessoal para os venezuelanos que estão no Brasil.


Um sucesso. Em 30 dias mais de 20 mil itens doados só em Porto Alegre.
Isso só foi possível graças ao apoio dos grupos de comunicação do RS  e das farmácias Panvel e São João.
No evento de ontem recebi uma homenagem que me emocionou: um certificado de reconhecimento (pela Vossa ter criado a campanha) e uma obra do talentoso artista plástico Paulo Amaral que voluntariamente fez uma doação de  15 obras de seu acervo pessoal. Demais. Obrigado , again amigo Paulo. 


Valeu todos que apoiaram em especial Sepeh , Filipe Ferreira e Paulo Amaral .
Obrigado pela oportunidade amigos Júlio e Cláudio.
Momento único.
 Trilha em homenagem aos amigos Julio Ribeiro e Claudio. 
Curtam ai.
https://www.youtube.com/watch?v=laVg1KIdVnYhttps://www.youtube.com/watch?v=laVg1KIdVnY

domingo, 11 de novembro de 2018

Eles Sim!




A última eleição presidencial  foi um teste e tanto, não só para os presidenciáveis.
Sim foi um teste crítico. De tolerância, entre amigos e parentes.
Sempre gostei de política. 
De debater ideias e conceitos nesse campo.
Certamente fruto dos meus tempos do colégio Julinho.
Voltando ao teste:
Participo de um grupo de charuteiros  que convivem, no mínimo, duas vezes por semana no Humphrey Cigar Club. Alguns convívio tem mais de 20 anos
Um dos grandes segredos da longevidade desse time basicamente são dois pilares: diversidade de formação e não falar sobre trabalho.

Sujeitos ligados a área empresarial, academia, direito, militar, jornalismo , consultoria e  engenharia.


Nós somos um exemplo vivo do dito teste pois, temos representantes de todas as tendências políticas.
Nesses últimos 2 meses , até o final de outubro, muitos  debates calorosos fizemos regados a bons vinhos, cervejas e puros de Havana.
O bom é que Eles Não abalaram nossa sólida amizade.


Ainda continuamos pois não fugimos de exercitar cenários.
Para comemorar a manutenção, intacta, de nossa amizade realizamos ontem o churras  Eles Não.
Menu:  salada, linguiça mista e cordeiro assado (direta da fonte , fazenda do colega Coralio).


Coralio ( o autor da ideia do churras) e eu. Assador e assistente.


O time  ontem seguiu  debatendo política:
Rafael, Coralio, Antônio, eu , Iriart, Beto, Cezar Roedel e Paulo de Tarso
Pena que nem todos conseguiram participar: Múcio, Nasi, Ricardo e Nando.
Tava demais.
Eles Sim!
Trilha:
https://www.youtube.com/watch?v=c6yYxyxx4aEhttps://www.youtube.com/watch?v=c6yYxyxx4aE


sábado, 13 de outubro de 2018

Viva La Vida com o talentoso David Garrett.


Não sou um conecer ou expert no mundo da música. Sim um eterno aprendiz.
Mas, curto e pesquiso um pouco. Tem mais: aprendi com feras que sabem muito, desde os meus tempos de rádio. Vou esquecer de alguém. Cito alguns deles.


 Heitor Moraes,
 Edson Marchiori ou Kamarão,


Roger dos Reis, 


Mauri Grando,


 Clóvis Dias Costa, 


Thadeu Malta, 


Aldo Fontella,


Sepe de Los Santos,


  Geraldo Flach, Osvil Lopes (que não encontrei fotos na web) e muitos outros sábios amigos e amigas.


Dito isso: sempre prestigio ou melhor publico músicas originais. Nada contra versões. Muito antes pelo contrário.
Essa trilha ,que publico ,é de  um dos grandes hits do Cold Play, de quem sou fã.


É uma versão de um violonista, jovem, nascido na Alemanha e que tem uma história incrível.
Antes da trilha segue parte da letra. 
Diz muito, para todos nós. Em qualquer tempo.

Eu costumava dominar o mundo
Oceanos se abriam quando eu ordenava
Agora pela manhã durmo sozinho
Varro as ruas que já foram minhas

Eu costumava rolar os dados
Sentir o medo nos olhos dos meus inimigos
Ouvia enquanto a multidão cantava
Agora o velho rei está morto! Vida longa ao rei!

Em um minuto eu segurava a chave
No outro as paredes estavam fechadas contra mim
E eu descobri, que meus castelos se apoiavam
Sobre pilares de sal e pilares de areia

Eu ouço os sinos de Jerusalém tocando
Corais da cavalaria romana estão cantando
Seja meu espelho, minha espada e escudo
Meus missionários em um campo estrangeiro

Por algum motivo que não sei explicar
Desde que você se foi, nunca mais houve
Nunca houve uma palavra honesta
Isso foi quando eu dominava o mundo

Foi o vento cruel e selvagem que
Derrubou as portas para me deixar entrar
Janelas estilhaçadas e o som de tambores
O povo não podia acreditar no que eu havia me tornado


O David é fera. Tem uma trajetória única. Vale conhecer.
Antes disso curtam ai. Curto muito. Som nos fones.


domingo, 30 de setembro de 2018

Da série sempre vale o flash.



Assistindo , agora, o programa Conversa com Bial  o entrevistado é o brilhante Nelson Mota acompanhado da Sandra Pêra e  Dhu Morais das Frenéticas. Sensacional ouvir a história da boate  Dancing Days que durou só 4 meses. Depois virou novela. 
Ao assistir o programa  veio um flash profissional.
Em 1997, quando trabalhava na Upper, tive a oportunidade de conhecer o Nelson em Nova York  graças a família Fortuna e quem fez a ponte lá foi a querida Elvira Fortuna. Naquele tempo o Mota participava do Mahattan Connection. 
Graças a Elvira tive a oportunidade de assistir a gravação de um programa junto com o falecido irmão Paulo Rockenbach e o amigo Diego Casagrande. 


Fui pra lá para acompanhar a gravação do filme Quando um Certo Alguém, para o Shopping Iguatemi (aliás essa campanha só se viabilizou graças ao Sepe de Lo Santos e Claudinho Pereira) numa versão com o Coral Mounth Muriah.
Papo de "véio".


Não tenho o filme , entretanto, segue um clip daquele tempo de Upper.
Orgulho.
Filme:
Uma trilha: 

quarta-feira, 26 de setembro de 2018

Para transformar é vital ter uma agenda.



O título desse post não diz tudo ou melhor diz pouco.
Mas, é uma reflexão sobre como podemos iniciar uma transformação.


No campo empreendedor temos muitos exemplos nesse sentido.
Dezenas de entidades empresariais.
Hoje faço um registro para a Agenda 2020.
Começou em 2006.


Mais de 800 voluntários que dedicam, desde aquele ano , suas competências para propor a construção de um novo Estado para o Rio Grande do Sul.
Hoje participei do evento , na PUC RS, quando foi entregue aos candidatos a governador do estado o caderno de  propostas construídas pela Agenda 2020.
Registro que todos candidatos presentes, independente de aspectos ideológicos,  fizeram registros reconhecendo a contribuição.
Parabéns ao Presidente Humberto, conselheiros, Valdir , time de profissionais da Agenda  aos líderes dessa Instituição e aos seus incansáveis voluntários.
Um exemplo , como esse, me faz renovar a crença que temos luz no fim do túnel.

Fé na vida, nós podemos mais.
Escolhi uma trilha que embala , certamente , a turma da Agenda.
Vamos lá fazer o que será.

domingo, 23 de setembro de 2018

Olhando o ontem, olhando para frente.


No dia de hoje a exatos  23 anos eu estava nos EUA em companhia do  amigo e irmão (que a vida levou muito cedo)  Paulo Márcio Rockenbach. Dois dias antes estivemos  numa reunião com o gestor da marca Pony para a América Latina em Miami e depois fomos para Nova York.


Mas, o mais importante e melhor  daquele dia não foi  à viagem, a reunião e aprendizado profissional. Também, não foi uma noite com o melhor do jazz  no Blue Note.
Olhar para o ontem me dá um pouco de orgulho do que, modestamente, constitui. Sim. Como cidadão, como pai, como profissional. Claro que, também, aprendi com muitos dos meus erros.


Olhando para o 23 de setembro de 1995 a palavra que define a data é: orgulho.
Naquele dia nasceu o cara que leva o nome do meu pai  e muito mais. Carrega valores, responsabilidade, algumas realizações importantes, perspectivas e muitos sonhos.


Naquele dia nasceu o JPKG, João Praetzel Kurtz Gonçalves, hoje mais conhecido (pelos amigos e amigas) como João Praetzel. Meu filho. Um cara simples e na dele e, afirmo de maneira suspeita, com uma trajetória pessoal e profissional que muito orgulha a todos que amam ele.  Meu filho meu orgulho. Aliás, tenho dois. A outra: minha filha Luluka, Luciana Machado Kurtz Gonçalves.


E sobre o olhar para frente? Digo de maneira simples: tenho certeza, amado filho, que o futuro irá te proporcionar mais realizações no campo pessoal, profissional e intelectual por um motivo muito simples: quem planta coisas positivas colhe o mesmo. Te amo. Obrigado por me encheres de orgulho.

Trilha que tem muito relação com o mês do teu niver. Essa versão não é das melhores mas, como foi num Planeta (que sempre curtistes) optei por ela.