Conheci o hipismo em
2001 quando minha filha Luciana começou na escola da Sociedade Hípica de Porto
Alegre tendo aula com um instrutor incomparável: Alaor.
Duas vezes por semana
íamos para SHPA. A Luluka (leia-se Luciana) não abria mão de ir à aula, até
mesmo em dias terríveis. Eu perguntava: filha hoje não?
Ela me dizia “eu gosto
muito pai”. Além do Alaor tinha o Adi, Silas e Fernando. Passei sete anos
levando-a duas vezes por semana. Ficava sentando lendo e fumando charuto (hoje
não fumo mais).
Nos finais de semana o
Johny também nos acompanhava.
Em 2008 ele me disse: “pai
quero fazer aula. Você faz comigo?” Não vacilei.
Disse sim.
Vale lembrar que o hipismo é um esporte que exige dons e qualidades do cavaleiro/amazona como nenhum outro, pois além de exigir aptidões físicas, como força, destreza e resistência, são necessárias também habilidades intelectuais, capacidade de decisão e paciência.
Vale lembrar que o hipismo é um esporte que exige dons e qualidades do cavaleiro/amazona como nenhum outro, pois além de exigir aptidões físicas, como força, destreza e resistência, são necessárias também habilidades intelectuais, capacidade de decisão e paciência.
Tem mais. O hipismo melhora a coordenação
motora, o equilíbrio, a postura, a resistência aeróbica, regula a pressão
arterial. Proporciona também benefícios psicológicos como: rapidez dos
reflexos, o desenvolvimento da percepção de si próprio, melhora a autoconfiança.
Voltando a Luluka e Johny: ela depois da escola da SHPA teve aula com um
craque chamado Gustavo Diaz, mas, em função dos estudos, parou de praticar em 2010.
Ele optou pelo futebol. Eu?
Estou lá com o Alaor, Claudia, Sybelle e Rafaela
confirmando que esse esporte é único.
Hoje, no The Best Jump, renovei essa crença.
Parabéns ao Cesar Almeida grande vencedor da edição de hoje.
Trilha com Arnaldo Antunes: A casa é sua.
Curtam ai http://www.youtube.com/watch?v=82aj1Bg8FpA
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